Provocar a verdadeira realidade com atos estúpidos, não pensados, apagar lembranças doces, suscitar confusões, sanear, substituir atos, massacar com palavras, saborear a insanidade alheia diante de perdas colossais e necessárias.Não haveria razão para existir se não pudéssemos nos expressar...
Passamos muito tempo engolindo sapos (até mesmo aqueles de pernas abertas e dificílimos de digerir) para sermos condescendentes, bonzinhos, compreensivos... Pra que? Por que?
Normalmente recebemos o que damos, com raras exceções, portanto, algumas pessoas não merecem nossa tolerância!
Somos obrigados a mostrar que sermos bonzinhos não significa que somos tolos...
Diante de palavras colocadas inadequadamente, sempre nós, os bonzinhos, pensamos duas, três.. mil vezes, até que a vontade de falar milhões de impropérios passe... E, sem revidar, lá se vão mais sapos garganta a dentro!
De sapo em sapo vamos nos fechando, assimilando negativismos.
Como um balão de gás assustador de tão cheio, chega o momento decisivo: amarrá-lo ou abrir sua boca e esvaziá-lo em parte para que não estoure!
E assim podemos compor situações como: fecharmos nossos ouvidos fingindo não ser conosco, nos alienarmos, ou continuarmos engolindo sapos e mais sapos até que não tendo mais espaço para acomodá-los vomitarmos de uma vez só todos eles...
Nesse momento nos chamam de grosseiros e sem educação.
Meio termo? Os bonzinhos não o tem!
Ou deixam os sapos escorregarem pela traquéia de uma vez demonstrando que fazem parte do cardápio... ou simplesmente cospem de forma brusca sem dar tempo pra nenhuma consideração!
(Amigos, não se preocupem... estou ótima... o texto não tem nada a ver comigo hoje! rsrs)

12 comentários:
Ei Mara,
O que eu fiz agora, heim? Juro que não fui eu...
Mara, quando minha filha era pequena e soluçava eu costumava brincar que ela tinha engolido um sapo. Até que descobri que quando eu falava isso ela demorava para dormir de medo de engolir outro, ficava apavorada e não entendia como tinha engulido um sapo que ela nem viu. Parei com a brincadeira e ela, até hoje, tem horror de engolir sapos. Se a gente engulisse de uma vez só, pronto, mas tem aqueles sapos que ficam com as mãozinhas para fora e não deixam você esquecer que está, realmente, engolindo um sapo. Mas eu começo a imaginar tanta coisa nessa hora que se a pessoa soubesse sairia correndo. Na verdade, sou meio transparente, acho que a pessoa, no fundo, sabe o que estou pensando. Mas o melhor é não engulir mesmo.
Eu fico impressionada com o sentimento de culpa do RM.
Bjs
Sei como é. Eu estou vomitando sapos nas pessoas erradas. Mas eles existem, eu juro. A mira que não anda boa (rs).
Bezzos [e concordo em gen. núm. e grau.],
Mara
Engolir não, morder simm!!
Tem a hora do CHEGA!!!!
BEIJOS MIL!
ESTÁ LINKADÍSSIMA minha linda!
Pô Patty, achei que tinha impressionado por outros motivos. Fazer o quê, né?
Mas que desta vez não fui eu...
(rsrsrsrsrsrsrsr)
Ei RM, sei que vc é incapaz de fazer certas coisas (que na verdade nem sei do que estão falando!) rsrsr Mas enfim, estou com vc!! rs
Mara, parece que escreveu esse texto pensando em mim... rsrs
Bjs
Não é à toa que meu principal banner são 4 pererecas. Mas, no caso, trata-se de escorregar do galho do mundo dos engolidores de sapo para tentar os engolidores de humanos. E por que você sumiu lá de casa? Beijo!
Ai Mara, depois das minhas histórias e deste post, acho que vou criar um número musical: "A engolidora de sapos", estrelando Gisele Mendonça!
Bjo!
Sapos vivos não devem ser engolidos de forma alguma. Já os mortos... Ok, para facilitar a deglutição vou dar-te uma receita dos índios Ashaninka, do Pará:
Sapo na Taboca
Este prato pode ser preparado com homo (espécie de jia) ou com kaawa (canoeiro). A peculiaridade desta forma de preparo está no gosto especial que a taboca dá à carne, realçado pela palha do poreki (termo regional: açafroa). Retiram-se as tripas do sapo, lavando-o em seguida. Tempera-se a carne com sal, coloca-se no cano da taboca e adiciona-se uma quantidade de água que não derrame ao ferver. Tampa-se o cano com a palha de poreki, afasta-se a brasa e escora-se o cano da taboca (verticalmente) com um pau, de modo que só pegue o calor mas não fique em contato direto com o fogo. Depois que começar a ferver, deixa-se por mais ou menos dez minutos, e está pronto. Come-se quente ou morno, acompanhado de macaxeira cozida ou banana-grande assada.
Viu? Vai ficar mais fácil no futuro! Bom apetite.
Almost (Tô me sentindo íntima, até já tirei o Mr....rsrsrs),
Estou aqui pensando com meus botões: A receita super elaborada que vc deixou como sugestão.... Vc já experimentou???
Bj
Mara
(Coisa feia, com um nome tão bonito e se escondendo nesse nick... que não deixa de ser interessante também..rs)
E o pior é que muitos sapos acabam dando indigestão...
Eu acho que é interessante regurgitá-los. Assim, dá pra usá-los contra eles mesmos.. Até porque, tem muito sapo que vem disfarçado de frango grelhado.
Beijos
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